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RECEITA DE ALCOOL GEL_ como fazer alcool em gel em casa

Facílimo de fazer!!!!

Gente olha aí - se der qualquer novo surto, melhor ter a receita à mão

Já têm muitos lugares que não se encontra ÁLCOOL GEL.

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Espere esfriar.

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E querendo ainda dá para colocar umas gotas de óleo essencial e ter álcool gel com cheirinho (oba)

Pesquisadores do HC avaliam colesterol e triglicérides de 2 mil crianças e jovens:Índices obtidos em estudo desenvolvido ao longo de oito anos...


Pesquisadores do Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp analisaram durante oito anos os resultados de colesterol e de triglicérides no sangue de aproximadamente 2 mil crianças e adolescentes entre 2 e 19 anos atendidos no Ambulatório de Dislipidemias e em ambulatórios especializados do HC, principalmente na área de Pediatria. Este estudo retrospectivo de análise clínico-laboratorial foi conduzido pela professora Eliana Cotta de Faria, do Departamento de Patologia Clínica da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, com a colaboração do patologista clínico Fábio Bernardi Dalpino e da pediatra Raquel Takata.
O estudo encontrou altos índices de colesterol e triglicérides nas crianças e adolescentes. Os dados surpreenderam até mesmo os pesquisadores. Inéditos nessa faixa etária da população brasileira, eles compõem o trabalho “Lípides e lipoproteínas séricos em crianças e adolescentes ambulatoriais de um hospital universitário público”, publicado recentemente na Revista Paulista de Pediatria.
De acordo com a literatura mundial e brasileira especializadas, o colesterol em crianças e adolescentes deve ser inferior à 170mg/dL e os triglicérides menores que 100 mg/dL. Para as análises estatísticas do perfil lipídico dessa faixa etária, os pesquisadores da Unicamp adotaram valores de corte internacionais, nacionais e os recomendados pelo médico e pesquisador norte-americano Kwiterovich, estudioso das dislipidemias na infância. Os resultados encontrados pelos pesquisadores do
Ambulatório de Dislipidemias do HC nas medidas analisadas de lipoproteínas do LDL-colesterol (considerado “ruim”) do HDL-colesterol (tido como “bom”) e dos triglicérides foram muito alterados, tanto em meninas quanto em meninos.
Das crianças entre 2 e 9 anos, 44% apresentaram valores alterados para o colesterol total, 36% para o LDL-colesterol e 56% para os triglicérides. Entre os adolescentes de 10 e 19 anos, 44% apresentaram alterações para o colesterol total, 36% para o LDL-colesterol e 50% para os triglicérides. A pesquisa também indicou que houve uma redução de HDL-colesterol em 44% das crianças e em 49% dos adolescentes.
Outros dados analisados neste estudo indicaram que aproximadamente 34% das crianças e adolescentes tinham hipercolesterolemia combinada com hipertrigliceridemia; 15% das crianças e 20% dos adolescentes tinham hipercolesterolemia combinada com hipoalfalipoproteinemia (diminuição do HDL-colesterol); e, na média, 30% tinham hipertrigliceridemia combinada com hipoalfalipoproteinemia.
Segundo a pesquisadora, no Brasil, até o momento, não há estudos com uma grande amostra de crianças e adolescentes ambulatoriais. Houve interesse em explorar os indivíduos atendidos no Hospital de Clínicas da Unicamp por ele abranger uma região com cerca de cinco milhões de pessoas. “Os dados encontrados, portanto, refletem a situação da população desta região do país”, explicou a médica e pesquisadora Eliana Cotta de Faria.
“Os resultados obtidos direcionam a ação para uma abordagem também preventiva. Na medida em que retratamos a realidade das crianças e adolescentes atendidos do HC, nós devemos programar medidas de intervenção nessas faixas etárias para o diagnóstico precoce e correto das suas causas e seu respectivo tratamento. Assim, podemos retardar a progressão da aterosclerose e de suas complicações, principalmente cardiovasculares, além de evitarmos, também, a pancreatite aguda, causada pelo aumento de triglicérides”, explicou Eliana.
De acordo com a docente, algumas dislipidemias têm causas genéticas. Entretanto, a maioria delas são causadas por concentrações alteradas de lipídios e lipoproteínas, partículas que carregam as gorduras circulantes no sangue. As dislipidemias se caracterizam pelo aumento do colesterol e dos triglicérides em algumas dessas lipoproteínas. As lipoproteínas mais conhecidas são a VLDL, LDL e HDL. A VLDL é uma lipoproteína responsável por transportar os triglicérides. A LDL é a principal lipoproteína responsável por transportador o colesterol para os tecidos. Ela é importante para o organismo por ser precursora de hormônios, vitaminas e sais biliares. O colesterol da LDL, na forma natural de sua molécula, não é prejudicial à saúde. Porém, se ele for oxidado pelo organismo ou agentes externos, como as frituras, pode se depositar na parede das artérias, favorecendo o aparecimento de doenças cardiovasculares. Essa oxidação, ou mudança química da molécula, pode ser induzida também pelo tabagismo, estresse, infecções e pelo consumo de alimentos.
A HDL é a lipoproteína “lixeira”, que retira todo o excesso de colesterol das membranas das células, levando-o ao fígado para excreção. O colesterol é excretado pela bile. Quando a LDL está em excesso, oxida-se e é captada de maneira não controlada por outros receptores não regulados pelo colesterol, acumulando-se progressivamente nas células. O desequilíbrio nesse mecanismo é um dos principais fatores de risco para a aterosclerose.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) define aterosclerose como o espessamento das artérias pelo acúmulo de gorduras, carboidratos complexos, componentes do sangue, células e material intercelular. De acordo com a pesquisadora, a aterosclerose começa na vida intra-uterina e se manifesta, clinicamente, por meio de angina, infarto agudo do miocárdio, derrames cerebrais e aneurismas na vida adulta, por volta dos 45 anos nos homens e 55 anos nas mulheres.
“Os fatores de risco para a aterosclerose são inúmeros. As dislipidemias são fatores de importância primordial e, quanto mais cedo se corrigir esta alteração, menor é a progressão da doença”, explicou Eliana. Nas crianças, existem várias causas de dislipidemias. Do ponto de vista das doenças causadoras, as doenças renais, as doenças de fígado, as endócrinas como a obesidade, o diabete mellitus e o hipotireoidismo, além de várias de origem genética, são as principais.
Do ponto de vista do estilo de vida contemporâneo, o estresse emocional, o sedentarismo e a alimentação inadequada são fatores que contribuem para o aumento da prevalência da obesidade e sobrepeso, que ocasionam doenças relacionadas às dislipidemias. Na opinião de Eliana, o medo da violência, o excesso de jogos de computador, as dietas de fast-food e as dietas ricas em gordura saturada, açúcar e frituras são altamente perniciosas para os lípides sanguíneos e parecerem contribuir com essa realidade. “Se a família tem um padrão pouco saudável de alimentação, as crianças irão seguir este modelo”, explica Eliana.
No caso dos adolescentes, o tabagismo, o uso de anticoncepcionais e a gravidez são outros fatores que, associados aos anteriores, contribuem para o desenvolvimento de dislipidemias.
Um caso raro no mundo
A equipe multidisciplinar que compõe o Ambulatório de Dislipidemia do HC atende casos graves da doença. Um dos casos atendidos e acompanhados até hoje é o de um menino com 12 anos. Ele nasceu com uma deficiência enzimática da lipoproteína lipase (LPL) que é uma enzima chave no catabolismo das lipoproteínas. Ela atua, principalmente, no tecido adiposo e muscular. A incidência da doença é estimada em um para cada milhão de recém-nascidos. O caso da criança é raro no mundo. Ele é o 16º paciente pesquisado.
Aos 6 meses de idade, o garoto apresentava triglicerídeos no sangue iguais a 726mg/dL. O fígado e o baço eram volumosos. O diagnóstico médico inicial foi de virose. Até que, numa crise de dor abdominal, o menino foi encaminhado para o HC da Unicamp. O diagnóstico e tratamento dietético foram feitos no Ambulatório de Dislipidemias. Ele foi acompanhado, também, na Gastropediatria e na Cardiologia.
“Hoje, a doença é controlada, desde que ele siga as recomendações dietéticas. Caso contrário, ele pode vir a apresentar pancreatite aguda ou epididimite, tais como complicações do aumento de triglicérides”, disse Roseli, a mãe do paciente.
Apesar de várias pesquisas mundiais, principalmente no Canadá, não há medicamento para esta dislipidemia. O único tratamento é dietético. Para ajudar na dieta de filho, de um ano e meio para cá, Roseli começou a cursar uma faculdade de Nutrição. Ela mudou o cardápio retirando a gordura, os carboidratos simples e o açúcar. No lugar, introduziu arroz integral e alimentos ricos em fibras. “O carboidrato também faz subir os triglicérides”, disse Roseli, com voz de especialista.
Para quem chegou até 6.000mg/dL de triglicerídeos no sangue, o menino tem uma vida normal. Ele é escoteiro, medalha de bronze no Campeonato Paulista de judô, excelente aluno e sabe o que pode e o que não pode comer. “Quando ele ultrapassa a cota de gordura e carboidratos ingeridos no dia, é crise na certa”, comentou a mãe.
Numa dessas crises, a equipe do Ambulatório de Dislipidemias do HC da Unicamp fez com o paciente um teste terapêutico em regime de internação hospitalar de curta duração para controle absoluto da sua dieta. Os pesquisadores ofereceram clara de ovo como fonte de proteínas da dieta. Os triglicérides de V. reduziram-se para 300mg/dL.
“As pancreatites e as epididimites de repetição do garoto são de origem genética. Ele tem que fazer um rigoroso controle alimentar continuado até o surgimento de um tratamento que supra essa grave deficiência enzimática”, comentou Eliana, que acaba de diagnosticar dois novos casos menos graves de LPL no ambulatório.
O grupo de pesquisadores do Ambulatório de Dislipidemias do HC da Unicamp foi o primeiro a descrever, em crianças, o aparecimento da epididimite aguda na deficiência de LPL. Este trabalho foi, recentemente, submetido à publicação no Journal of Clinical Lipidology.
Serviço do HC prescrevedieta e elabora cardápios
As crianças e adolescentes atendidos no ambulatório de Dislipidemias do HC vêm, geralmente, encaminhados dos postos de saúde de Campinas, de centros de saúde de cidades vizinhas e do próprio HC, já com suspeita ou o diagnóstico de dislipidemias. Após a realização de uma série de exames, a equipe do ambulatório começa o tratamento. O serviço de nutrição do HC prescreve uma dieta individualizada e elabora cardápios para as crianças e adolescentes. Essa dieta é baseada em frutas, legumes, alimentos ricos em fibras, restrita em gordura de origem animal, colesterol e gordura saturada de carne vermelha e leite gordo. As crianças, em geral, usam leite de soja. As mães aprendem, por exemplo, a preparar bolos e biscoitos a base de soja. Em alguns casos de maior restrição, a suplementação vitamínica é oferecida.
É recomendado, no mínimo, 30 minutos de atividade física diária ou pelo menos três vezes por semana. Se o paciente for tabagista, é solicitada a interrupção do fumo. Não são preconizadas drogas redutoras dos lipídeos (hipolipemiantes) para as crianças, exceto em casos muito graves. Mesmo em adolescentes, somente são utilizadas medicações numa situação em que não há nenhuma resposta ao tratamento de mudanças de estilo de vida.
“Caminhando nessa linha de investigação, nós delineamos o perfil de risco para as crianças e adolescentes antes do tratamento. Quando incluímos o exercício físico e a dieta, nós estamos acrescentando fatores de risco negativo ao perfil de lípides destes pacientes. Essa é uma população que merece muito carinho e um muito cuidado para a prevenção da doença”, explicou Eliana.
Após oito anos atendendo crianças e adolescentes, os pesquisadores notaram que as famílias, ao receberem o diagnóstico da doença, têm reações diversas. Se a família é muito humilde, ela se conforma mais. Se a família tem expectativas maiores para a criança, o impacto é muito maior. Não são raras as famílias cujos membros entram em pânico.
“Por mais que se explique à família que são situações tratáveis, raramente letais, que com cuidados se controlam ou dependendo da causa se curam, o problema maior que encontramos é o da família não conseguir fazer o tratamento: umas por dificuldades socioeconômicas, outras por descaso ou problemas pessoais. Colocar uma criança e um adolescente em dieta não é fácil. Para dar certo, a família inteira tem que se comprometer”, explicou Eliana. Créditos:EDIMILSON MONTALTI

Impacto ambiental é imediato na saúde

CAMPINAS (SP) - Reduzir o impacto das mudanças climáticas e degradação do meio ambiente já figura entre as preocupações do governo e da própria população. Mas o tema ainda é tratado como um problema do futuro. Visão contestada pelo professor da Universidade de São Paulo (USP), Nelson da Cruz Gouveia. Na sua opinião, as conseqüências são imediatas, sobretudo na saúde. “Já é para a minha geração, não é só a longo prazo”, alerta.
O modelo de produção hoje adotado pela maioria dos países e que resulta em mudanças climáticas é responsável por diversas entradas em hospitais públicos. Um levantamento feito em sete capitais brasileiras mostrou que cerca de 5% das internações por doenças respiratórias devem-se exclusivamente a poluição. “Essa é a causa de alterações fisiológicas nos pulmões que podem levar a doenças respiratórias, cardiovasculares e câncer de pulmão”, explica Gouveia.
Ele falou sobre o assunto na tarde de segunda-feira, 14 de julho, durante simpósio na 60ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). O encontro é realizado na Universidade de Campinas (Unicamp) e segue até sexta-feira, dia 18. Segundo Gouveia, a mudança climática é difundida muito com base em desastres ambientais. No entanto, o impacto das queimadas – responsáveis em 76% pela emissão de CO² no Brasil – é mais imediato na saúde do que no efeito estufa, pois as fuligens atingem o sistema respiratório rapidamente.
PADRÃO DE CONSUMO - Apesar da gravidade dessas análises, as questões relacionadas à saúde não são levadas em consideração nas políticas de setores estratégicos para a mitigação. “Precisamos trazer a saúde um pouco mais para a formulação dessas políticas. Nas equações de custo das termelétricas não é colocado na conta o impacto do ponto de vista de produção de doenças”, reclama. Estima-se que o custo de cada internação por problemas respiratórios é de US$ 855,00.
“As políticas hoje precisam ser transversais. Não tem como pensar a saúde isoladamente”, reforça a professora da Universidade Federal do Ceará (UFC), Raquel Rigotto, que também participa do encontro. Ela critica o modelo de produção, insustentável, e a falta de medidas que ajudem a frear o consumismo. “É possível reduzir o consumo atual de energia em 30% e aumentar a produção em 20% para potencializar antigas usinas hidrelétricas”, informa. “Não vejo outra saída, senão uma profunda revisão do padrão de consumo e produção”, reitera.
Fonte: UnB Agência

Dever de Casa: Aliado ou Inimigo? Dicas para pais e professores

Muitas vezes o dever de casa torna-se o principal ponto de conflito entre escola e família, professores e alunos, pais e filhos. É inegável a importância deste instrumento para o desenvolvimento do hábito do estudo e da pesquisa, da disciplina intelectual, além de servir como extensão das atividades escolares, cuja carga horária é tão reduzida no Brasil. Mas como fazer para que esta atividade não se torne um pesadelo na vida dos estudantes e da família?Os fatores que levam ao stress em torno das tarefas de casa são muitos: falta de tempo dos pais, dificuldade em impor regras e limites, falta de diálogo com a escola, dificuldades de aprendizagem, inadequação das tarefas, falta de material ou infra-estrutura em casa, etc. Elaborei, então, algumas dicas com base em minha experiência. Desafio pais, professores e estudantes a darem seu depoimento, acrescentarem itens ou modificarem a lista que se segue:
1) Organizar o espaço – É importante que a criança/adolescente tenha um espaço próprio para estudar, com seus materiais, livros, revistas, tesoura, cola, lápis de cor, etc. Se estiver tudo espalhado, faltar material e se a cada dia a tarefa for realizada em um local diferente é mais difícil para o aluno se organizar e criar o hábito. A organização externa ajuda a organização interna! Caso não seja possível um espaço exclusivo para o estudo (como uma escrivaninha ou mesa de estudo), sugiro organizar um “cantinho” onde todo o material fique disponível, de preferência próximo ao local onde o estudante realiza as tarefas (que deve ser uma mesa, nunca a cama ou sofá).
2) Limitar o tempo – As crianças e os adolescentes (muitos adultos também) têm dificuldade em organizar o tempo. Se deixar por conta deles, possivelmente não conseguirão administrar a tv, as brincadeiras, o computador, as atividades extras e o dever de casa. Brigar com eles no final do dia não fará com que no dia seguinte consigam fazê-lo. É preciso aprender a administrar o tempo. Uma boa maneira de fazer isto é estabelecendo um horário para o dever de casa. É importante que este horário tenha início e fim bem definidos, mesmo que nos primeiros dias o aluno não consiga completar as tarefas. Neste caso explique a situação na escola (mas ele deve sofrer as conseqüências). Se o tempo não for limitado pode acontecer de o estudante estender-se muito na tarefa, o que costuma ser classificado como “enrolação”, e na verdade é novamente a dificuldade de organização de tempo. Aos poucos ele conseguirá concluir as tarefas no tempo delimitado. Sugestões de horários de estudo de acordo com as séries escolares: educação infantil e 1º. ano: 15 a 20 minutos; 2º e 3º anos: 30 a 40 minutos; 4º, 5º e 6º anos: 50 a 60 minutos. 7º ano em diante: 1 e 1/2h a 2 horas.
3) Verificar o nível de dificuldade – O dever de casa deve ser uma tarefa dos alunos, não dos pais. Muitos pais, na angústia de perceber a dificuldade de seu filho, ou de ser cobrado pela escola, acabam fazendo as tarefas pelos filhos. Fazer o dever pela criança a torna dependente, insegura (muitos continuam fazendo os trabalhos dos filhos na universidade!) e não a ajuda na escola. Caso os professores não percebam que foram os pais que fizeram, acreditarão que o aluno está entendendo tudo e seguirão adiante. Se um estudante não está conseguindo fazer, sozinho, as atividades, o melhor é procurar o(s) professor(es) e conversar, estabelecer juntos estratégias.
4) Melhorar a comunicação escola/família – É freqüente a queixa das crianças quanto a “maneira” de explicar dos pais e da escola. Os pais aprenderam de outra forma ou não lembram de determinado conteúdo, sem falar que não têm, muita das vezes, didática. – e não são obrigados a ter! Os pais devem acompanhar as tarefas escolares dos filhos, mas quem deve ensinar é a escola. Isto deve ficar bem claro. A escola e a família devem trabalhar em parceria ao invés de jogarem a culpa um em cima do outro. (muitas vezes os pais falam mal da escola na presença dos filhos – geralmente quando estão nervosos, cansados e na hora do.... dever de casa!). A escola, por sua vez, cobra dos pais as tarefas feitas, não levando em conta que os pais nem sempre sabem como fazer. Ao invés de ouvirem, orientarem, apenas cobram, aumentando a sensação de fracasso na educação dos filhos.
5) Verificar o grau de interesse - Pais e professores devem estar atentos ao interesse das crianças/jovens pelas tarefas de casa. É um grande desafio para os professores, mas é possível fazer com que as tarefas sejam mais interessantes, menos repetitivas. Escolher temas atuais, explorar os recursos da mídia, da internet, criar desafios, competições saudáveis, expor os trabalhos, são algumas idéias que podem facilitar esta tarefa. Um outro recurso importante é fazer com que os próprios alunos avaliem as tarefas de casa uns dos outros. A cobrança do grupo é muito mais eficaz que a do adulto. Os pais também podem contribuir para o dever de casa ser interessante na medida em que eles também se interessam, perguntando, elogiando, comentando, contribuindo.
6) Ampliar a oferta de leitura - Hábito de leitura é fundamental para o dever de casa, para o sucesso escolar e futuramente profissional do estudante, mas é difícil desenvolver o hábito se a própria família não lê. Os pais ensinam mais através dos atos do que das palavras. Verificar em casa como anda o hábito de leitura pode ajudar o estudante nas tarefas de casa. Assinar um jornal, uma revista, ir à livraria, à biblioteca... Vale tudo: gibi, filme com legenda, revistas, não importa o assunto, o importante é ler. Lembrando que não é apenas mais um gasto, mas um investimento no futuro! Quem lê escreve com menos erros, amplia o vocabulário e passa a ter mais facilidade na escola e no dever de casa. Sugestões de revistas: Recreio, Super Interessante, Isto é, Galileu, Ciência Viva e para os mais velhos, Época, Veja, História viva, etc.

A Dislexia em QuestãoGiselle Massi - Plexus Editora

O livro é uma excelente dica para fonoaudiólogos, psicopedagogos, professores e demais profissionais que lidam com a questão.A autora trata do tema de forma diferente dos manuais e tratados sobre a dislexia. Ela começa o livro com um capítulo que retrata o equívoco histórico na definição da dislexia ou (in)definição como costuma dizer. Segundo Giselle, “Uma patologia denominada dislexia adquirida, relacionada a adultos com lesão cerebral, parece ter servido de esteio para determinar uma visão equivocada, que toma questões e fatos lingüísticos referentes à apropriação da escrita como sinais de uma suposta doença da aprendizagem.” A autora critica ainda a visão patológica, incorporada pela área médica, de uma questão educacional e a falta de clareza nos critérios para o diagnóstico.O segundo capítulo do livro traz o referencial teórico que o norteia, baseado em autores como Bakhtin, Franchi e Vygotsky.No terceiro capítulo a autora discute, com base no referencial teórico apresentado no capítulo anterior, os ditos “sintomas disléxicos”.As “tarefas avaliativas”, usadas para testar e diagnosticar crianças como portadores de dislexia, são apresentadas e comentadas no quarto capítulo.Finalizando, a autora, que é fonoaudióloga e a partir de sua prática em consultório encontrou inquietações que a levaram a escrever este livro, apresenta casos de crianças apontadas como portadoras de um distúrbio de aprendizagem.A idéia defendida por Giselle é a de que o diagnóstico de dislexia ou de um distúrbio de aprendizagem, considera questões de apropriação da leitura e da escrita como patológicas e funciona como um rótulo que leva o aluno a construir sobre si e sobre a escrita uma imagem negativa.Fica então a dica: A Dislexia em Questão. Boa Leitura!

Corrida Infanto-Juvenil Turminha Perdigão Corpore


Já estão abertas as inscrições para a 21ª prova infanto-juvenil com organização Corpore, a Corrida Infanto-Juvenil Turminha Perdigão Corpore. Confira as informações desse grande evento, faça as inscrições e garanta a festa da criançada!!Data20 de setembroLocalPista de Atletismo Ícaro de Castro Melo - Complexo Constâncio Vaz Guimarães –



PromoçãoLeve no dia da corrida 1 embalagem vazia de qualquer produto PERDIGÃO TURMA DA MÔNICA e retire 1 brinde especial. Conheça os produtos Turma da Mônica Perdigão acessando o site: http://www.turminhaperdigao.com.br/. Obs: Válida exclusivamente para crianças inscritas na prova e para embalagens de produtos Turma da Mônica Perdigão. Será entregue 1 brinde por embalagem e por inscrição. Sujeito a disponibilidade de estoque.
Camisetas e medalhas para todos os participantes.INSCRIÇÕES LIMITADAS!!Não perca tempo e faça agora a inscrição dos atletas mirins. Clique aqui para inscrições e mais informações.

Escola Promotora da Saúde - Saúde na Escola

Será realizado nos dias 2 e 3 de setembro das 8:30 às 18:00, no Centro Fecomércio de eventos, em São Paulo o 2º Saúde na Escola - Saúde Brasil. O evento gratuito e com duração de dois dias é voltado a multiplicar informações em saúde, meio ambiente e cidadania para professores, educadores e profissionais que trabalham no universo da educação das redes pública e privada de ensino.
O 2° Saúde na Escola - Saúde Brasil irá municiar a escola com instrumentos adequados, didáticos e em linguagem acessível para a multiplicação de informações e orientações para a promoção da saúde e da qualidade de vida de seus alunos / comunidade.
Nesta edição a saúde do professor também estará em pauta sendo transmitidas orientações sobre como cuidar de sua saúde e também serão realizados alguns exames gratuitos para os professores participantes. O evento conta com apoio de órgãos de educação e saúde com destaque para a Sociedade Brasileira de Pediatria e a Sociedade Paulista de Pediatria.


2° Saúde na Escola - Saúde Brasil
2 e 3 de Setembro de 2008
das 8:30 às 18:00Centro
Fecomércio de Eventos - Rua Dr. Plínio Barreto, 285 Bela Vista - São Paulo - SP

Brócolis pode reverter danos da diabetes ao coração, diz estudo

Composto do vegetal reduz danos causados por excesso de açúcar a vasos e células.Um estudo conduzido por pesquisadores britânicos sugere que o brócolis pode reverter danos causados pela diabetes aos vasos sangüíneos do coração.A equipe, da Universidade de Warwick, acredita que um composto fabricado pelo vegetal, o sulforafano, seria responsável pela produção de enzimas que protegem os vasos, e de moléculas que reduzem danos causados às células pelo excesso de açúcar.Segundo os especialistas, os diabéticos têm até cinco vezes mais chances de desenvolver doenças vasculares, como ataques cardíacos e infartos, ambos ligados ao mau funcionamento dos vasos sangüíneos.O estudo, divulgado na publicação científica Diabetes, testou os efeitos do sulforafano em células dos vasos sangüíneos danificadas por altos níveis de glicose (hiperglicemia), associados à diabetes.Eles verificaram que o composto encontrado no brócolis reduziu em até 73% o nível de moléculas chamadas Espécies Reativas do Oxigênio (ROS, na sigla em inglês), produzidas em excesso quando o organismo concentra altos níveis de açúcar.Segundos os especialistas, essas moléculas danificam as células humanas.Eles também descobriram que o sulforafano ativou uma proteína chamada nrf2, que protege células e tecidos ao produzir enzimas antioxidantes e desintoxicantes.O coordenador da pesquisa, Paul Thornalley, disse que o estudo sugere que substâncias como o sulforafano podem ajudar a conter o aparecimento de doenças vasculares em pacientes com diabetes."No futuro, será importante testar se uma alimentação rica em brócolis e outros vegetais brassica (como couve-flor e repolho) pode se traduzir em benefícios para os que sofrem da doença. Esperamos que sim", disse o pesquisador.
Fonte: BBC

Governo comemora 15 anos do programa Saúde da Família

São Paulo - O Ministério da Saúde promove a 3ª Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família, em comemoração aos 15 anos do programa, durante evento que deve contar com participação de 6 mil pessoas, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. De hoje até sexta-feira, serão exibidos 3.665 trabalhos acadêmicos de equipes do programa, segundo informações do ministério. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, participa da abertura do evento, à noite. Além dele, estarão presentes representantes da Organização Mundial de Saúde (OMS), Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Unesco e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). O ex-ministro da Saúde, Adib Jatene, fará uma conferência sobre a saúde do brasileiro.Na programação do seminário também serão abordados os temas Assistência na Atenção Básica, Avaliação e Monitoramento, Controle Social e Cidadania, Gestão da Saúde, Integralidade da Atenção, Intersetorialidade na Atenção à Saúde, Processos de Educação e Formação em Saúde, Promoção da Saúde, Tecnologias de Cuidado em Saúde e Vigilância em Saúde.Para o seminário internacional estão previstas cinco mesas redondas, com convidados da Inglaterra, Canadá, Bélgica, Colômbia, Chile e México. Uma Mostra Nacional de Cinema e Saúde exibirá cinco filmes de produção brasileira, seguidos de debates.

Números da epidemia de Aids melhoram, mas ainda é preciso intensificar a luta

A epidemia de Aids está marcando o passo, com uma queda no número de mortos e de pessoas recentemente infectadas, mas seu nível continua inaceitável e seu futuro, incerto, segundo a Onuaids, a agência da ONU para essa doença.De acordo com a Onuaids, ainda é preciso "intensificar a ação e aumentar os créditos, sem o que a epidemia, que atinge 33 milhões de pessoas, não poderá ser eliminada tão cedo".
A queda da mortalidade a dois milhões de pessoas, avanços "consideráveis" em alguns países contrabalanceados por um agravamento da situação em outros, créditos multiplicados por seis para os países pobres desde 2001: estas são as estatísticas publicadas pelo organismo especializado da ONU, nesta terça-feira, referentes a 147 dos 192 países da ONU. O documento antecede a Conferência Internacional sobre a Aids, no próximo domingo, no México.O relatório constata uma situação "de certo modo melhor, com avanços encorajadores e, principalmente, uma melhora na prevenção, particularmente na distribuição de programas que evitam a propagação do vírus da mulher para o recém-nascido". Em dois anos, o número de infecções novas entre as crianças caiu de 410.000 para 370.000.Mas a melhora é lenta. O número de pessoas que vivem com o HIV está aumentando devagar, graças às terapias que prolongam a vida dos portadores, mas a infecção está longe de ser eliminada. Apesar de, desde 2001, o número de novos casos ter passado de 3 milhões para 2,7 milhões, ou seja, uma queda de 10% em seis anos.A África Subsaariana, onde apenas um terço das pessoas que precisam têm acesso a tratamento (45% a mais do que há dois anos), continua sofrendo. A Aids é a causa maior da mortalidade e 12 milhões das crianças são órfãs da Aids. A expectativa de vida é inferior a 40 anos no Zimbábue.A prevenção vem ganhando espaço no território, e notamos em alguns países mudanças do comportamento sexual: recursos mais freqüentes ao preservativo entre os jovens com vários parceiros, aumento da idade nas primeiras relações. Assim, em Camarões, o percentual de jovens que tiveram as primeiras relações antes dos 15 anos passou de 35% para 14%.Em contrapartida, as taxas de novas infecções pelo vírus HIV estão aumentando em outros países do mundo, como a China, o Quênia, a Rússia e o Vietnã.Fora da África Subsaariana, a infecção atinge essencialmente os consumidores de drogas injetáveis, assim como as prostitutas e os homossexuais.A Aids provoca uma mobilização "sem precedentes", ressaltou a Onuaids. "O mundo possui hoje os meios de prevenir os novos casos de infecção, de reduzir a doença e a mortalidade associada ao HIV, e de atenuar os efeitos nefastos da doença entre as famílias, as comunidades e as sociedades", afirmou o relatório.Mas os ganhos em vidas humanas "não devem nos empurrar à auto-satisfação", destacou o diretor executivo da Onuaids, Peter Piot.Estamos longe de realizar o compromisso dos países da ONU dando a todos um acesso à prevenção e ao tratamento em 2010, ou seja reverter os rumos da doença daqui a 2015.É preciso vontade política, disse a Onuaids, e também mecanismos inovadores e duradouros de financiamento, com uma insistência particular sobre a prevenção.Em 2007, mais de 10 bilhões de dólares foram colocados à disposição dos programas sobre a Aids. Para continuar melhorando o acesso aos cuidados como hoje, precisaríamos de 50% a mais. Já o acesso universal aos tratamentos e à prevenção custariam mais de 42 bilhões de euros. No México, este deve ser um assunto muito discutido.

Como estimular o desenvolvimento psicomotor

Brincadeiras infantis ajudam crianças com dificuldade motora e intelectual Brincadeiras como pega-pega, pular corda, rodar pneus ou deslizar no escorregador não servem apenas para divertir a criançada. Elas são fundamentais para o desenvolvimento psicomotor, permitindo que meninos e meninas adquiram capacidades como conhecimento do corpo, coordenação dos movimentos, noções de tempo, espaço e lateralidade. São capacidades como essas que garantem um bom desempenho escolar: a noção de lateralidade permite ao aluno diferenciar a letra "d" da "b" e assim por diante.
O Laboratório de Atividades Lúdico-Recreativas (LAR), do Departamento de Educação Física, em parceria com o Departamento de Fisioterapia da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT), campus de Presidente Prudente da Unesp, faz das brincadeiras o instrumento básico de tratamento de crianças entre 2 a 10 anos que apresentam déficits psicomotores e dificuldades de aprendizagem. Depois de encaminhadas ao LAR, as crianças passam por uma avaliação com o objetivo de diagnosticar o nível psicomotor em que elas se encontram. Em caso de constatação de um problema, elas são encaminhadas para um programa individual de atividades lúdicas, definido de acordo com o diagnóstico. Elas também recebem atendimentos especializados que possibilitem maiores oportunidades para superar seus problemas. Também são feitas entrevistas com parentes e professores da criança, para compreender melhor o seu desenvolvimento e, assim, obter-se um diagnóstico mais preciso.
Atualmente, mais de 80 crianças participam do programa do LAR, que envolve 4 mil atendimentos anuais, entre avaliações, orientações e consultas.